Biomassa - Enquadramento, Contexto e Viabilidade

 • A Biomassa (combustíveis sólidos + biocombustíveis líquidos) representa mais de metade (55%) do contributo  de todas as energias renováveis no consumo de energia final em Portugal. *

 

 

 

 • Em 2016, cerca de 60% da biomassa foi transformada em outras formas energéticas, nomeadamente em centrais termoeléctricas e em centrais de cogeração. A evolução entre 2008 e 2016 apresenta uma estabilização. *

 

 

 * Fonte: DGEG n.º 164 - junho de 2018

 

 

Cadeia de valor existente em Portugal

 

 

 • Identificação da complexidade da cadeia de valor e de viabilidade económica de uma central convencional de biomassa florestal:

 

 

 

 

Origens de biomassas residuais de baixo valor comercial

Floresta Residual

 • Matéria vegetal proveniente da silvicultura e dos desperdícios de actividade florestal, das operações de desbaste e desrama, da gestão de combustíveis e da exploração de povoamentos florestais como os ramos, bicadas, cepos, folhas, raízes e cascas.

 

Subprodutos da industria transformadora da madeira

 • Serraduras, aparas, descasques e restos de madeira cujos produtores não a utilizem.

 

Subprodutos agrícolas 

 • Matéria vegetal proveniente da actividade agrícola, podas de formações arbóreo-arbustivas, podas de vinha, olivais e de árvores de fruto e da manutenção de culturas temporárias.

 

Bioresíduos  

 • Matéria vegetal proveniente das actividades de manutenção de jardins municipais e da recolha municipal de matérias vegetais de jardinagem.

(segundo a legislação aplicável, a valorização energética dos bioresíduos, não carece de licenciamento prévio do foro ambiental)

 

Outras origens  

 • Materiais lenhosos em fim de vida que não sejam classificados como resíduos que requeiram licenciamento prévio à sua valorização energética.




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